Valorizar a oferta para conquistar a demanda

Para atrair clientes, construtoras investem em imóveis com projetos arquitetônicos luxuoso, atemporais e tecnológicos

Flávia Roscoe

Piso de mármore e paineis em madeira natural valorizam as áreas sociais / Banheiros e lavabos com cuba esculpida em pedra também são diferenciais

Algumas construtoras investem no trabalho de arquitetos para valorizarem os seus imóveis e, assim, conquistarem uma maior demanda para os seus apartamentos. Especialista no mercado de alto luxo, a arquiteta Flávia Roscoe diz que o seu trabalho é agregar valor aos apartamentos, tornando-os diferenciados e surpreendentes para a clientela, como aconteceu em um recente empreendimento feito por ela.

“A principal solicitação do cliente foi definirmos um projeto que abrangesse os anseios do público de apartamentos de alto luxo. Em um imóvel já valorizado pelo ponto e pelo padrão do empreendimento, buscamos o que poderíamos fazer para tornar os apartamentos bastante diferenciados e mais surpreendentes, conferindo ainda maior valor agregado. Com base em nossa experiência neste mercado, optamos por trabalhar com algumas premissas: materiais atemporais e de grande qualidade, tecnologia de ponta em todos os quesitos técnicos, elegância e discrição nas escolhas de modo a criar um ambiente sofisticado e de bases limpas para permitir que o comprador tivesse liberdade na decoração”, relata. Continuar lendo

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Áreas de lazer no alto

Novos empreendimentos imobiliários têm explorado as vantagens em se construir áreas de lazer em pavimentos mais altos

lazer

Grandes ou pequenas, retangulares ou ovais, de concreto, vinil ou fibra de vidro. Não importa o formato, tamanho ou materiais com que são fabricadas: é uma unanimidade entre todos que as piscinas embelezam e valorizam o espaço onde estão inseridas, além de serem uma ótima opção para a prática de esportes e para a saúde de quem as utiliza.

Em um condomínio residencial, as piscinas e a área de convivência da qual elas fazem parte ajudam a promover a integração de seus moradores, proporcionam momentos de descontração, relaxamento e também são um ponto a favor na hora da comercialização do imóvel, valorizando o seu valor final. Continuar lendo

Um novo conceito de moradia com compartilhamento

As semelhanças entre co-living e república podem, à princípio, confundir quem está em busca de uma opção compartilhada para morar, mas existem diferenças que pesam na decisão final

co-living

Os projetos de co-living começam a aparecer no Brasil. Em meados de julho, será entregue em São Paulo, na Vila Olímpia, o projeto Kasa, da incorporadora Gamaro, que trará 243 apartamentos com cerca de 30m2 prontos para locação e com áreas comuns pensadas para o compartilhamento, à exemplo do que acontece hoje com os já habituais co-workings. Entretanto, como essa ideia se difere do modelo de república, comum enquanto moradia estudantil?

Ambos os modelos têm como principio a divisão de espaço e a convivência, seja com pessoas do seu círculo social ou não, que passam a viver em um mesmo local e trocar ideias, experiências e até os momentos de lazer. Entretanto, apesar da semelhança inicial, há uma série de fatores que os diferenciam. Confira abaixo alguns desses aspectos listados com o auxílio da diretora de propriedades da Gamaro, Cecília Rodrigues Maia.
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Ink atenta para áreas comuns

Áreas comuns: como as novas demandas de uso têm mudado esses espaços importantes dos condomínios

Áreas comuns

A busca por um apartamento demanda análise de diversos fatores, como localização, tamanho, número de quartos, preço e outras variáveis. No entanto, algumas características ajudam a valorizar os imóveis e os tornam mais atrativos para os compradores. As áreas comuns de um condomínio são exemplos. “Cada vez mais os clientes perguntam sobre prédios com piscina, salão de festas, academia, área gourmet e espaço infantil. É muito importante que esses espaços sejam pensados sob medida para o perfil de moradores de cada empreendimento”, afirma Gabriela Coelho, da Ink Incorporadora.
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