Um novo conceito de moradia com compartilhamento

As semelhanças entre co-living e república podem, à princípio, confundir quem está em busca de uma opção compartilhada para morar, mas existem diferenças que pesam na decisão final

co-living

Os projetos de co-living começam a aparecer no Brasil. Em meados de julho, será entregue em São Paulo, na Vila Olímpia, o projeto Kasa, da incorporadora Gamaro, que trará 243 apartamentos com cerca de 30m2 prontos para locação e com áreas comuns pensadas para o compartilhamento, à exemplo do que acontece hoje com os já habituais co-workings. Entretanto, como essa ideia se difere do modelo de república, comum enquanto moradia estudantil?

Ambos os modelos têm como principio a divisão de espaço e a convivência, seja com pessoas do seu círculo social ou não, que passam a viver em um mesmo local e trocar ideias, experiências e até os momentos de lazer. Entretanto, apesar da semelhança inicial, há uma série de fatores que os diferenciam. Confira abaixo alguns desses aspectos listados com o auxílio da diretora de propriedades da Gamaro, Cecília Rodrigues Maia.
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Rôgga constrói no Sapiens Parque

A primeira obra realizada pela Rôgga Engenharia, unidade da Rôgga Empreendimentos, ganha forma dentro do Sapiens Parque, em Florianópolis (SC)

CERTI

Trata-se do “Centro de Inovação CERTI – Sapiens”, novo espaço da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). A construção de 2.845,35 m² foi iniciada em julho de 2017 e tem previsão de conclusão em dezembro deste ano.

De acordo com o gerente de engenharia da Rôgga, Gabriel Fernandes Bononi, as etapas de realização de terraplenagem, fundações, estrutura, alvenaria e reboco interno já foram finalizadas.
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MH executa retrofit no SESC AvPaulista

Retrofit SESC Av Paulista que utiliza energia solar e economiza em manutenção para o edifício de mais de 40 anos, demandou um esforço enorme de engenharia e novas tecnologias para que o “novo” SESC Avenida Paulista não parasse nunca e pudesse receber as certificações LEED e PROCEL

SESC AvPaulista

Coletores Solares para aquecimento de água e infraestrutura aparente para facilitar manutenção e aproveitamento do pé direito baixo do prédio de mais de 40 anos

Coube ao Grupo MH a responsabilidade de planejar a estabilidade de todos os sistemas elétricos e a dependência do fornecimento de energia da concessionária fosse contínuo e de qualidade, mitigando qualquer problema, afinal, é um Centro Cultural focado em vídeo artes e tecnologias. “Nesse sentido a Mendes Holler projetou, forneceu e instalou chaves de transferência para todos os “no breaks” da rede de energia estabilizada, que garantem a alimentação e funcionamento de todos os computadores e equipamentos. Em situações de falha de algum dos potentes “no breaks”, uma manobra na chave transfere a energia proveniente da concessionária fazendo um “by pass” no que está em defeito, garantindo a alimentação e consequente funcionamento de todos equipamentos eletrônicos”, afirma Rafael Montero, Engenheiro Eletricista do Grupo MH. “Prazos, custos, desenvolvimento de novas tecnologias, economia sem querer ganhar nenhuma vantagem sobre isso. Só o Grupo MH entrega ao SESC essas demandas”, afirma Marcelo Fanchini, Gerente Adjunto de Engenharia – SESC SP.
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Boa saúde da Trisul

Construtora Trisul é destaque como uma das mais saudáveis do mercado

Trisul

O ano começou animado para a Trisul. Pelo menos é o que demonstram os números da construtora que, nesse primeiro trimestre, registrou vendas líquidas de R$ 146 milhões, uma elevação de 23% em comparação ao primeiro trimestre do ano passado. O VSO (em unidades) que é o índice que mede a velocidade das vendas registrou um aumento de 31% no trimestre, valor recorde se comparado com os últimos trimestres.

A perspectiva para os próximos trimestres é positiva conforme afirma Jorge Cury, presidente da empresa – “O mercado imobiliário está umbilicalmente ligado a variáveis como taxa de juros, oferta de crédito, taxas de emprego e confiança do consumidor, por exemplo. Fatores que podem mudar em função de eleições ou atividade externas. Porém, mesmo com essas variáveis, há uma demanda orgânica do mercado por novas moradias – novas famílias que se formam, recém-casados, filhos que saem de casa, mudança de endereço em função do trabalho, etc. E é nesse mercado que a Trisul tem um forte posicionamento”.
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Irregularidades nas cobranças do ITBI

Atenção as irregularidades nas cobranças do ITBI em construção “a preço de custo” / Por Marcus Novaes

Marcus Novaes
A “Construção a Preço de Custo”, conhecida também como CPC, é prevista em lei e resulta da vontade de uma empresa incorporadora em vender cotas (apartamentos, casas, salas, terrenos, etc) a preços mais competitivos pelo valor real, acrescido de uma taxa de administração.

Nesta modalidade de aquisição de imóveis, as unidades imobiliárias são vendidas antes de iniciar a construção e os compradores custeiam as despesas com seus próprios recursos, garantindo mais economia e qualidade dos materiais utilizados.
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Planeta recebe certificação de sustentabilidade

La Vista Moncayo, da Construtora Planeta, é o primeiro empreendimento, em 58 cidades da região, a ganhar o Selo Azul da Caixa Econômica Federal

Planeta

Ricardo Jacinto Guimarães e Sandro Souza, diretores da Construtora Planeta

A Construtora Planeta recebeu na última sexta-feira (20) um selo de certificação socioambiental concedido pela Caixa Econômica Federal a empreendimentos habitacionais que adotam soluções eficientes e visam ações de sustentabilidade e de cuidado com o meio ambiente. A empresa é a primeira na região a receber a certificação.

O Selo Casa Azul, como é chamado, é um instrumento que reconhece empresas que tragam uma harmonia entre a construção e o meio ambiente, desde a obra até a vivência no empreendimento, como incentivando o uso racional de recursos naturais e a melhoria da qualidade da habitação e de seu entorno. “A ideia do selo é reconhecer aqueles que investem em soluções inovadoras. A gente entende a necessidade da construção de imóveis, mas quanto mais autossustentável ele for, melhor. O objetivo é dar condição da empresa ter uma visão de futuro para ela mesma”, explica a superintendente da Caixa, Célia Marisa Molinari de Mattos.
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